Mitos e verdades sobre a Constelação Familiar

Por Eluise Dorileo é psicóloga, terapeuta familiar com especialização em Constelação Familiar.

Muitas pessoas que não têm conhecimento sobre Constelação Familiar acabam passando uma visão errônea sobre essa postura terapêutica para quem nunca participou criando uma barreira sobre essa terapia contemporânea.

Vamos lá desmitificar o assunto, mostrando o que é verdade e o que é mito sobre essa terapia que tem curado várias pessoas pelo mundo. A Constelação Familiar é método terapêutico difundido em vários países pelo seu criador, o alemão Bert Hellinger.

Nessa terapia se utiliza da teoria dos Campos Morfogenéticos de Rupert Sheldrake, um biólogo inglês e tem como objetivo principal localizar e remover bloqueios nas áreas financeira, amorosa, de saúde, de trabalho, psíquica de qualquer geração ou membro da família que possuam emaranhados de alguma forma estão obstruindo os campos de energia dessa pessoa.

Esclarecido que Constelação Familiar é um método terapêutico, agora vamos entender que não se trata de adivinhação, o que é colocado no campo não parte de uma ideia ou sugestão do terapeuta, nem do cliente. A percepção do terapeuta é o que guia o cliente numa constelação, mas o que surge não parte, de forma alguma, do profissional. A informação que aparece é o que é acessado pelos representantes do campo familiar do cliente que traz o tema da constelação.

Não se trata de religião ou sessão espírita. A Constelação é um processo que faz parte da ciência fenomenológica, embasada em teorias científicas e pela filosofia percebida e aplicada pelo psicoterapeuta alemão Bert Hellinger.

O fato de falar sobre os antepassados e a influência que eles exercem sobre nós, mesmo depois de mortos, faz com que pessoas que não entendem como funciona acreditem ser ligado ao espiritismo. Vale esclarecer que antepassados: São todas as pessoas que viveram e tiveram parte no nosso sistema familiar. Nossos pais são nossos antepassados, assim como nossos avós, bisavós e assim por diante.

Bert explica que nossa alma clama por pertencimento, clama por ordem e clama por equilíbrio. Constelação não é mágica ou sobrenatural, ela trabalha com a ciência dos fenômenos e com informações bem concretas. O cliente chega com algo concreto que gostaria de olhar, como um problema de relacionamento com o pai, ou dificuldade em prosseguir em sua vida profissional. Em poucas palavras, e de forma bem direta, ele coloca o assunto para qual gostaria de olhar. Ao colocar os representantes no campo, o terapeuta e o cliente observam os movimentos que se originam do sistema familiar do cliente, chegando a uma nova imagem e informação da dinâmica que atua.

Quais os efeitos da constelação familiar? Muitos casos as leis da constelação estarão atuando assim que sai do campo em que quem participou ganha percepções e compreensões totalmente novas. A constelação traz ao cliente novas informações que fazem o processo de mudança ocorra.

Com a constelação você consegue ver além do aparente levando a vida com mais leveza, mostra uma possibilidade que de outra forma não perceberíamos, mostra o problema por outro ângulo, mostra sentimentos não processados do nosso sistema, voltamos para nosso lugar, percebemos o que é nosso e o que não é e por fim a constelação fornece uma grande força para que possamos seguir no caminho da cura e da volta ao nosso lugar de pertencimento dentro da família.

Vale a pena participar e conhecer essa técnica, mas vale um alerta, a constelação familiar para ser realizada tem que ser feita com profissionais que tenham curso e estejam habilitados para conduzir o processo.

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Uma em cada cinco mulheres, em Salvador, já foi agredida – Diga não a violência

Todos os dias, são dias de refletir as ações típicas “masculina” sobre às mulheres. Contingente maioritário, tratado como minoria social, por uma infectada lastra de descuidos e desrespeito com a mulher que perdura por muito séculos.

Acabou, terminou, finalizou. Nem guerra e nem polêmica. Vamos ensinar a nossos filhos a responsabilidade do respeito as pessoas, principalmente a mulher.

Bisavó, avó, mãe, irmã, tia, sobrinha, sogra, nora, namorada, noiva, esposa, filha, cunhada, amiga, vizinha, colega e sobretudo qualquer outra mulher.

O Dia Internacional para a não-Violência Contra as Mulheres é comemorado anualmente em 25 de novembro.

A data tem o objetivo de alertar a sociedade sobre os casos de violência e maus tratos contra as mulheres. A violência física, psicológica e o assédio sexual são alguns exemplos desses maus tratos.

De acordo com as estatísticas, uma em cada cinco mulheres sofre de violência doméstica. A violência contra a mulher é uma questão social e de saúde pública, não distingue cor, classe econômica ou social, está presente em todo o mundo.

Origem da data

A Organização das Nações Unidas (ONU), desde 1999, reconhece o dia 25 de novembro como o Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres.

A data surgiu em decorrência do Dia Latino-americano de Não Violência Contra a Mulher, que foi criada em homenagem às irmãs Pátria, Maria Tereza e Minerva Maribal, que foram violentamente torturadas e assassinadas nesta mesma data, em 1960, a mando do ditador da República Dominicana Rafael Trujillo.

As irmãs eram conhecidas por “Las Mariposas” e lutavam por soluções para os diversos problemas sociais de seu país, a República Dominicana.

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