Coach Educacional: Formação Com Coach Giardino

Coaching Educacional

Atualmente, muito se fala sobre os benefícios do coaching para ajudar as pessoas a atingir seus objetivos, tanto no âmbito pessoal, como profissional. Essa técnica, que já é amplamente usada em ambientes empresariais, vem sendo cada vez mais adotada pela Educação para motivar equipes e alunos a aperfeiçoar seu desempenho.

A missão do educador é bastante desafiadora. Diariamente, ele tem de enfrentar problemas como indisciplina, falta de comprometimento, dificuldade de aprendizagem, entre tantos outros. Para apoiar os professores nessas questões e ainda incentivar seu desenvolvimento profissional, bons gestores estão aplicando o coaching educacional em suas escolas. As vantagens dessa iniciativa são percebidas em todas as esferas: corpo docente, alunos e equipe de apoio.

O coaching é baseado em questionamentos e conversas, ou seja, não oferece fórmulas ou respostas prontas. Ele impulsiona a mudança de atitudes e de comportamentos e a expansão de consciência. Quem passa pelo processo assume a responsabilidade pelo seu crescimento. O educador é encorajado a identificar suas necessidades de desenvolvimento e descobrir a melhor solução para seus problemas, sempre com o apoio de um mediador (coach). É uma ferramenta prática que leva o profissional a identificar ações para alcançar seus objetivos.

Feedbacks constantes também são utilizados para o aprimoramento. A solução dos problemas é construída em conjunto, visando o resultado a longo prazo. Assim, o coaching engaja professores e gestores em seu crescimento profissional a fim de trazer melhorias à sua prática.

Proponho aos diretivos um reflexão sobre a organização (escola), as circunstâncias, o papel, o desafios como um líder Coach.

Acompanho os professores no desenvolvimento de habilidades e competências de professor-coach, um facilitador da aprendizagem.

O Curso Coaching Educacional

Promovido por Coach Giardino e FEL

140 horas

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Coach Educacional: Um Bom Professor na Perspectiva de Coach Giardino

Por Coach Giardino

“O vento é o mesmo; mais sua resposta é diferente em cada folha.” Cecília Meireles

A perspectiva de bom ou mau tem sua variação em relação a perspectiva de cada um. Ou seja, as experiências vividas, estabelecem os critérios de avaliação.

Da mesma forma, poderíamos estabelecer a relação de estudante ideal e o indisciplinado. Em se tratando de discente, qual o critério para dizer que é bom ou mau? Encorrearíamos ao erro da exclusão.

Cunha (2011) em seu livro “O bom professor e a sua prática” lista algumas práticas utilizadas pelo bom professor:

  • Explicar aos alunos os objetivos;
  • Localiza historicamente os conteúdos;
  • Estabelece relações entre o conteúdo ensinado naquele momento com outros conteúdos;
  • Capacidade de formular perguntas exploratórias;
  • Utilizar linguagem acessível aos alunos;
  • Conhecimento profundo dos conteúdos;
  • Competência na avaliação dos conteúdos;
  • Interação com os alunos;
  • Estímulo à divergência e à criatividade;
  • Uso da linguagem.

“Ensinar exige a convicção de que a mudança é possível” Paulo Freire, Pedagogia da Autonomia.

Na prática, é possível observar quais as razões que levam os estudantes em classificarem, este professor como”bom” e o outro como um “mau” professor. É uma visão próxima da relação aluno professor.

Quando o professor foca nas relações e o conteúdo é relativizado:

  • atencioso;
  • gosta de conversar sobre outros assuntos;
  • permite a gente conversar com os colegas;
  • é divertido;
  • e, outros.

Quando o professor é voltado para o conteúdo e estabelece poucas relações:

  • chato;
  • exigente;
  • não sabe ensinar;
  • pega no “meu pé”;
  • e, outros.

É uma relação de amor e ódio, que varia com a percepção de cada um. O momento em que vive; as experiências de cada um e a relação estabelecida.

“O passado é lição para se meditar, não para reproduzir.” Mário de Andrade

Nesse meandro de possibilidades, entre o bom o e mau professor, vale pensar e refletir sobre outras características, que influenciam em ser ou não bom ou mau:

  • planejamento;
  • pontualidade;
  • assiduidade;
  • colaboração;
  • participação;
  • e, outros.

A certeza é que todos buscamos o bom. Bom professor, bom aluno, boa escola, boa universidade, bom emprego, bom trabalho, bom treinamento, boa formação, boa orientação. E vez por outra, estamos enquadrados no mau. Opostos que se atraem.

Os critérios de estudos estabelecidos por Cunha (2011) para identificar como os professores estabelecem as relações:

  • O ser e o sentir;
  • o saber; e
  • fazer.

O ser e o sentir, tem relação com o gostar de estar em sala de aula. O prazer em estar atuando é preponderante, para estabelecer boas relações. Estar com os estudantes deve ser um prazer, que proporcionar crescimento para ambos.

O saber deve ter um significado pessoal. É mais fácil ensinar aquilo em que se acredita, mesmo não acreditando, é possível refletir e ampliar a discussão. O saber motiva a exploração, a pesquisa, a criatividade para trazer na prática a teoria.

Dentro do estudo de Cunha, se observa que o a fazer tem várias características interessantes:

O planejamento é dispensável quando a prática é evidente, no entanto, se recomenda os constantes estudos, pesquisas e a atualizações. Sendo também importante, a revisão das aulas dadas. Visão de professor pesquisado.

A perspectiva de um bom professor tem um relação intrínseca com as relações, entre o professor e ele mesmo e o outro.

O professor antes de nada é humano, e para tanto, se faz necessário que seja acolhedor. Seja capaz de entender e compreender a multitude de diferenças que compõe uma sala de aula.

O mediador deve ser capaz de ouvir, falar se faz necessário, no entanto, as perguntas constroem um ser humano capaz de ouvir. Ser um bom ouvinte é uma característica do professor humano.

A humanidade de um ser humano, faz a compreensão. Parece uma redundância. No entanto, ser humano é parte indispensável para a empatia. Entender e compreender o outro, mediar o desenvolvimento, o crescimento, a aquisição da autonomia, parte de uma humanidade desejada em um professor.

” Wallon mostra que a afetividade é expressa de três maneiras: por meio da emoção, do sentimento e da paixão. Essas manifestações surgem durante toda a vida do indivíduo, mas, assim como o pensamento infantil, apresentam uma evolução, que caminha do sincrético para o diferencial. A emoção, segundo o educador, é a primeira expressão da afetividade”.
Fernanda Salla – 01 de Outubro de 2011 – Nova Escola

Ser carinhoso é um atributo de alguns professores. O aprendizado, as relações, fluem melhor quando existe uma pitada, que seja de afetividade. Que nada tem haver com beijinhos e abraços.

Desenvolver em atividades afetividade, exige a arte da criatividade. Um professor criativo, inovado, que movimenta o pensar, que propõe situações novas e relacionadas ao cotidiano do estudante, tem a possibilidade de serem tachados de bons professores.

Sendo assim,

Você lembra do seu melhor professor? as características? ou situações que marcaram a sua infância?

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