Coach Educacional: Inclusão – Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva.

Por Ricardo Giardino

Na busca da igualdade, promovida em meio às diferenças, tendo como desafio a equidade no sistema político educacional, em 2008 o Ministério da Educação apresentou a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva.

O documento oficial propõe a organização do sistema educacional nacional, estabelece objetivos claros e norteadores, que estabelece e oferece alternativas para superar as barreiras encontradas pelos coletivos “especiais”.

Dos vários objetivos propostos pelo documento, sem excluir nenhum e as suas respectivas importâncias, darei ênfase a “formação de professores para o atendimento educacional especializado; e demais profissionais da educação para a inclusão escolar”.

Tenho participado de algumas “semanas pedagógicas” em algumas escolas. Debatendo e discutindo, compartilhando experiências que colaboram com a formação dos profissionais.  E observo,  ocorre uma mudança de postura dos profissionais da educação, quando entramos em casos práticos, em soluções reais. Por isso, compreendo a importância da formação inicial e continuada.

A diretriz que norteia a Política Nacional de Educação Inclusiva tem sua atenção voltada para a organização, que significa: identificar, elaborar, organizar e testar os recursos pedagógicos, entre outros.

Exemplo: Criança de 9 anos, que frequenta assiduamente 4º ano (medida adotada em conjunto com a família, sem retenção), com diagnostico de autismo severo, com comprometimento cognitivo, apresenta comportamentos agressivos e com necessidade de medicação, em processo de alfabetização, com características do nível silábico (características de crianças do grupo 5).

A situação requer o envolvimento de vários profissionais, como: neuro, psicólogo, psicopedagoga, fono, dentro outros,  a professora. Para identificar os melhores recursos pedagógicos, será necessário um profissional que pesquise, identifique e elabore conteúdos, dentro da realidade do educando. Para ajudar no desenvolvimento da aquisição da língua escrita e falada. Diante do quadro, entendemos a importância do preparo e da formação dos profissionais da educação.

Sabendo que, um profissional qualificado para o exercício do processo, é capaz de enriquecer o trabalho e a própria práxis pedagógica.

Sendo assim, compartilho da importância da formação inicial, da continuada e do preparo dos profissionais para o exercício de uma educação inclusiva.

Para concluir, entendo que, como educadores, salvamos vidas, reconstruímos processos e oportunizamos rompimento de paradigmas, derrubamos barreiras que nos aproximam da vida. A formação reduz o caminho entre teoria e prática.

O que é Inclusão?

  • A inclusão tem o foco nas capacidades e potencialidades da criança;
  • A inclusão educativa esta voltada para a educação completa do indivíduo;
  • A inclusão interfere no sistema e provoca mudanças profundas;
  • A inclusão tem como base a equidade, a cooperação e solidariedade;
  • A inclusão educativa tem como centro as metodologias para facilitar o aprendizado;
  • A inclusão aceita cada pessoa como ela é, reconhecendo as características individuais de cada ser;
  • A inclusão oferece a cada pessoa o que ela necessita para poder aproveitar dos mesmo direitos de todos;
  • A inclusão busca enriquecer as diferenças;
  • A inclusão procura eliminar das barreiras que impedem de participar do sistema educacional, bem como, o social;
  • A inclusão compreende sem esconder as limitações, sabendo que elas são reais.

Coach Giardino

Coach Educacional

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Bibliografia

BRASIL. Ministério da Educação. Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. Disponível em:  http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=16690-politica-nacional-de-educacao-especial-na-perspectiva-da-educacao-inclusiva-05122014&Itemid=30192 . Acesso em 09.02.2019

Coach Educacional: BNCC e Plano de aula Matemática para o 6º ano

Por Coach Giardino

A BNCC – Base Nacional Comum curricular nos impulsiona a pensar. As competências segundo Antoni Zabala, é um instrumento para superar as falsas dicotomia.

Pensar, requer levantar hipóteses:

  • Ensinar com base na ação ou memorização?
  • Quem vem primeiro o conhecimento ou as competências?
  • Ter conhecimento é sinal de ser competente?
  • Em pensar, possuímos conhecimento ou competências?
  • Qual a diferença entre ação e competência?

“A melhoria da competência implica a capacidade de refletir sobre a sua aplicação, e para alcança-la, é necessário o apoio do conhecimento teórico” (Zabala, 2010)

O conhecimento continua sendo importante. O que o estudante é capaz de fazer, resolver, construir, elaborar ou agir com este conhecimento?


Unidades Temáticas

Números


Objetos de Conhecimento

Sistema de numeração decimal: características, leitura, escrita e comparação de número naturais e de números racionais representados de forma decimal


Habilidades da BNCC

(EF06MA01) Comparar, ordenar, ler e escrever números naturais e números racionais em sua representação decimal, fazendo uso da reta numérica.

EF06MA02: Reconhecer o sistema de numeração decimal, como o que prevaleceu no mundo ocidental, e destacar semelhanças e diferenças com outros sistemas, de modo a sistematizar suas principais características (base, valor posicional e função do zero), utilizando, inclusive, a composição e decomposição de números naturais e números racionais em sua representação decimal.


Primeiro momento

Os números decimas são largamente utilizados em nosso dia-a-dia. Vejamos uma situação:

Se formos mercado e comprar 2 Kg de cenouras por R$ 2,76 e pagarmos a compra com uma nota de R$ 5,00, receberemos 
R$ 2,24 de troco.

Neste exemplo, podemos observar a utilização dos números decimais. Tanto o preço da cenoura – R$ 2,76, como o troco recebido são números decimais.

Muitas outras situações utilizam os números decimais.


Segundo momento

Número Decimal

Toda fração decimal pode ser representada por um número decimal, isto é, um número que tem uma parte inteira e uma parte decimal, separados por meio de uma vírgula. 

A fração: 7/10 pode ser escrita como: 0,7, que se lê 7 décimos, ou de uma forma mais simples como zero vírgula sete ( 0 é a parte inteira e 7 é a parte decimal )


Terceiro momento

  • Como sabemos que um número decimal é maior ou menor que outro?
  • O que é ordem de grandeza?
  • Que tipo de números podem existir entre dois números naturais na reta numérica?
  • E como fazemos para comparar um número natural com um número decimal e saber quem é o maior?

Leitura de um número decimal

Lemos a parte inteira acrescida da palavra inteiros e lemos a parte fracionária acrescida da palavra décimos se ele contiver uma casa decimal, centésimos se ele contiver duas casa decimais, milésimos se tiver três casas e assim por diante. Se a sua parte inteira for zero lemos apenas a parte decimal.

Por Exemplo : 

O número decimal 0,8 seria lido: 8 décimos
O número decimal 24,8 seria lido: vinte e quatro inteiros e 8 décimos
O número decimal 3,37 seria lido: três inteiros e trinta e sete centésimos.
O número decimal 7,928 seria lido: sete inteiros e 928 milésimos


RECURSOS: 

Lápis;

Caderno;

Multimídia;

Quadro;

Piloto.


AVALIAÇÃO:

Ser capaz de utilizar e ler os números decimais;

Observar a formação das sentenças;

Em debate observar as opiniões expressas.


Coach Giardino

Coach Educacional

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Referência: 

Brasil, Base Nacional Comum Curricular, Disponível em: <http://basenacionalcomum.mec.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/bncc-20dez-site.pdf&gt; Acessado em: 11 de novembro 2018