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Biodescodificação com Coach Giardino: Sentido Emocional das Dores de Garganta

Sentido Emocional das dores de Garganta

Por Coach Giardino

Quando falamos em Biodescodificação, pensando no significado etimológico da palavra: bio = vida, e descodificar = decifrar ou converter a dados originais, ou seja, decifrar a vida. 

Como decifrar a nossa vida? 

O corpo é uma estrutura complexa, viva e dinâmica. Composto por partes importantes, e relevantes em um todo. Quando sentimos um incomodo, ele repercute em toda a estrutura física. A visão cartesiana, nos separa e fragmenta, onde cada parte responde em separado. E nada se faz responsável pelo todo. Com o corpo, não funciona assim. 

Sendo assim, Estamos falando em uma compreensão, que foge o sentido abstrato e vai além da compreensão submetida ao corpo físico as doenças das interpretações inconscientes. A Biodescodificação, oferece uma possível compreensão,  gerada por uma incoerência, entre o que se quer, se pensa e se faz. Neste aspecto, o sentido emocional nos indica por meio do corpo, a nossa incongruência, provenientes da nossa interpretação. 

A Biodescodificação trás a consciência a reflexão:

 GARGANTA

As funções da Garganta: 

#Laringe, a responsável pela emissão de voz;

#Respiratória;

#Proteger as vias aéreas; 

#Faringe, a responsável por canalizar ar até os pulmões;

#Conduzir os alimentos até o esófago.

#Permite a expressão pessoal

Sentido Emocional das Interpretações

El Gran diccionario de las dolencias e enfermedades de Jacques Martel, versão em espanhol, trás algumas interpretações: 

Consideradas por alguns como o centro da criatividade, da verdade e da afirmação. É um centro de energia importante para afirmação do eu. 

Com minha garganta, engulo a realidade, aí é onde vivo a vida pela respiração, a água e o alimento. É também, onde libero meus sentimentos do coração até a voz. É a ponte em dois sentidos, ir e vir, entre a cabeça e o corpo, o espirito e o físico. 

Se tenho dores de garganta, posso me culpar por ter dito algumas palavras, ou mesmo pensar que deveria expressar algo. É como se fosse um castigo, imposto pelo corpo (inconscientemente).

A garganta pode inflamar-se, pela razão que seja, expressar em raiva, ao ponto da emoção subir a garganta. Si não falo o que desejo, ou se existe um conflito em expressar o próprio ser, então a garganta, sente esta “rejeição” (não deixa de ser uma interpretação pessoal). A garganta é a expressão em afirmar-se, e para compensar pode-se ser autoritária consigo mesma. 

A garganta representa também a concepção, a aceitação da vida. Se tenho problemas com este órgão, posso estar passando por um profundo conflito na aceitação da minha existência. 

Dificuldade em engolir, posso perguntar: Qual pessoa ou qual situação tenho dificuldade em “engolir”? Qual realidade me sinto obrigado a fazer o que não desejo, e não me expresso?

Texto adaptado por Coach Giardino

Todo sintoma tem um “PARA QUE?

Toda doença é uma solução biológica, uma forma que o corpo busca para adaptar-se. Ou seja, O sentido é sempre para a adaptação. Move a pessoa a olhar para dentro de si, jamais para fora. 

O corpo vai gritar até você ouvir, e se permitir a adaptação. Longe da comodidade ou passividade. É transcender a informação. O que meu corpo está me dizendo?

Jesus foi o mestre dos mestre na reinterpretação:

“Saindo eles de Jericó, acompanhou a Jesus uma grande multidão. Dois cegos, sentados à beira do caminho, sabendo que Jesus passava, clamaram: Senhor, filho de Davi, tem compaixão de nós! A multidão mandou que se calassem, mas eles clamavam cada vez mais: Tem compaixão de nós, Senhor, filho de Davi! Jesus, parando, chamou-os, e perguntou-lhes: Que desejais que eu vos faça? Responderam: Senhor, que se nos abram os olhos. Jesus, condoído, tocou-lhes os olhos; no mesmo instante recuperaram a vista, e seguiram-no”. (Mateus 20:29-34)


Fonte: Wikipédia

“1 – Entrando Jesus num barco, atravessou o mar e foi para a sua cidade.

2 – Alguns homens trouxeram-lhe um paralítico, deitado em sua maca. Vendo a fé que eles tinham, Jesus disse ao paralítico: “Tenha bom ânimo, filho; os seus pecados estão perdoados”.
(Mateus 9:1-2)

No primeiro texto, existe um desejo de ver, uma vontade de abrir os olhos. A palavra desejo é uma vontade. Se torna realidade quando de fato é imprescindível a sua coerência pessoal. 

No segundo texto, é o mesmo poder. Fé é acreditar e desejar,  não se vê, no entanto,  saber que é possível. 

Jesus fez milagres, curou homens incoerentes. Operou maravilhas ensinando a que fossem sinceros consigo e com suas condições. 

A Biodescodificação não recomenda medicamentos, não induz a abandonar os tratamentos convencionais. Ao persistirem os sintomas, o médico deverá ser consultado.

Deseja conhecer mais sobre a Biodescodificação?

Contato: contato@ricardogiardino.com

Coach Giardino

Coach Profissional

Contato:

Tel.: (71) 985454125

Coach Educacional: Aula viva de Geografia, alinhada com a BNCC – Base Nacional Comum Curricular

ESTUDO DE CASO: O ENSINO DA GEOGRAFIA NO ÂMBITO ESCOLAR, ALTERNATIVAS PARA O DESINTERESSE DISCENTE.

Juliana, aluna do sétimo período do curso de pedagogia, foi convidada para estagiar em uma escola fundamental da rede pública de ensino de uma cidade próxima a que morava, tornando-se responsável por auxiliar o professor efetivo em uma turma de 5º ano nas aulas ministradas.

No decorrer das aulas e, em momentos de diálogo com os alunos, Juliana percebeu que a construção do conhecimento geográfico era centrada no discurso do professor em aulas expositivas, restringindo-se, principalmente, ao conteúdo dos livros didáticos disponibilizados pela escola, muito embora essa dispusesse de uma sala com recursos de informática, e uma biblioteca com mapas atualizados, inclusive mapas locais.

Por conseguinte, os estudantes mostravam-se completamente desinteressados dos temas abordados em sala, baseados na observação, descrição, analogia e síntese, sobretudo os relacionados ao tema da urbanização, completamente distanciados da sua realidade. Buscando alternativas que pudessem contribuir para tornar as aulas sobre urbanização mais dinâmicas, Juliana, em um site de notícias na internet, leu uma reportagem sobre a degradação ambiental de um riacho da cidade a qual a escola estava localizada.

Para dar oportunidade aos alunos de identificar, estudar e analisar esses processos, Juliana resolveu desenvolver um projeto de estudo para pesquisar as alterações de equilíbrio ecológico e o impacto das atividades humanas sobre o riacho, principalmente no trecho urbano, onde há a perceptível poluição das águas, assoreamento e, por toda sua extensão longitudinal, muito desmatamento e queimadas da vegetação ciliar. Essas ações predatórias desequilibraram a dinâmica natural do riacho, pois as características naturais foram alteradas e os espaços geográficos apropriados e intensamente restaurados com o desenvolvimento da urbanização de cidades, intensificando ainda mais as alterações.

Nessa estrutura de análise, o objetivo principal desse estudo seria avaliar os elementos que provocaram a degradação da qualidade ambiental do riacho e suas consequências para o meio ambiente em seu entorno.

Ciente dessa situação, elabore um relatório recomendando os procedimentos que poderiam viabilizar essa pesquisa, interligando o estudo urbano com o ambiental,explicando, ademais, como esse conhecimento pode “transpor” as paredes da sala de aula”

Por Coach Giardino: 

O Bom Professor e a Aula Viva

Maria Isabel da Cunha em seu livro: “O Bom Professor e a Sua Prática”, estabelece alguns critérios que definem o um “bom docente”. Demonstra em sua pesquisa que esses critérios são uma alternativa viável, para captar o interesse do discente, desta forma, aliado a um bom projeto de pesquisa, pensado e vivo, próximo à realidade do educando, uma perspectiva, em que somos capazes de “transpor” as paredes da sala de aula.

Algumas características dos Bons professores citadas por Cunha (1989): “Explicitam para os alunos o objetivo do estudo” (pág 123); “Localiza historicamente o conteúdo” (pág 124); “Estabelece conteúdo em pauta com outras áreas do saber”(pág 124); “Apresentar ou escrever o roteiro da aula” (pág 124), entre outros.

Seguindo a ideia do bom professor e utilizando a reportagem proposta por Juliana para o desenvolvimento da pesquisa. Algumas indagações devem ser propostas a turma: “Quem conhece a história do rio?”; “Como ocorreu o processo de urbanização da nossa cidade?”; “A nossa cidade foi pensada e desenvolvida pensando no meio ambiente?”; “Quais as razões da poluição do rio?”; “Quais ações para a proteção ambiental do nosso rio”. Certamente o livro didático não aborda a questão do rio da cidade, no entanto, a contextualização do professor, a capacidade de utilizar a realidade do educando, despertará interesse e curiosidade, para entender o processo de urbanização, um assunto amplo.

Sabendo que o processo de urbanização traz consigo a degradação do meio ambiente, se faz necessário ir a campo para verificar “in sito” as consequências dos nossos comportamentos: Proposta para aula de campo, dividimos a turma em 5 (cinco) equipes: fotografia, história do rio, as margens e vegetação, a poluição e os recursos advindos do rio. Ao retornar a sala,  a equipe de fotografia realizará uma pesquisa na biblioteca e na internet para conseguir fotos antigas do rio e da cidade, com objetivo de fazer uma exposição para a comunidade escolar, sobre o antes o depois da degradação do rio. Em conjunto, a equipe responsável pela história, cria um blog, para divulgar o trabalho e conscientizar a sociedade local. As equipes de observação das margens, poluição e recursos irá elaborar uma carta para  prefeito da cidade, solicitando ações concretas para a proteção do rio.

Orientações dos PCN´s:

“Conhecer e saber utilizar procedimentos de pesquisa de Geografia para compreender o espaço, a paisagem, o território e o lugar, seus processos de construção,identificando suas relações, problemas e contradições”. (PCN de Geografia, pág 81)

Competências específicas esperadas pela BNCC:

“Desenvolverautonomia e senso critico para compreensão e aplicação do raciocínio geográficona analise da ocupação humana e produção do espaço, envolvendo os princípios deanalogia, conexão, diferenciação, distribuição, extensão, localização e ordem”. (BNCC,  pág 364)

Para concluir, entendemos que a prática e as ações advindas de bons professores, aliada a uma motivação intrínseca, faz diferença.  Onde eles,  conhecedores da própria realidade, preparados no domínio do conteúdo e com propostas inovadoras, capazes de “transpor” as paredes da escola, para vivenciar uma aula viva, que tenha sentido para o educando.

Fonte:

Cunha, M.I. O Bom Professor e a sua prática. 22ª Ed. Campinas: Papirus, 1989. Disponível em: https://www.passeidireto.com/arquivo/25571133/o-bom-professor-e-sua-pratica—maria-isabel .  Acesso em 18.11.2018.

BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacional, Geografia. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/livro052.pdf>. Acesso em 18.11.2018.

BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. BNCC – Base Nacional Comum Curricular, Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/bncc-20dez-site.pdf. Acesso em 18.11.2018.