Coach Educacional: BNCC e a Educação Infantil com Coach Giardino

Adaptado Por Coach Giardino

A base Nacional Comum Curricular (BNCC), documento que tem a sua importância, obrigatoriedade e aplicação exclusiva na educação básica. De caráter normativo, define os aspectos essenciais ao longo das etapas da educação básica, que colaboram com o Plano Nacional de Educação (PNE), tal como define o paragrafo 1 do artigo 1º da LDB – Leis das Diretrizes e Bases, Lei 9394/96″

Coach Educacional - Giardino e BNCC (1)

“Estrutura da BNCC

Educação Básica

  • Educação Infantil
    •  Objetivos de aprendizagem e desenvolvimento
      •  Bêbes 0 – 1a6m
      • Crianças bem pequenas 1a7m –  3a11m
      • Crianças pequenas 4a-5a11m
        • Direitos de aprendizagem e desenvolvimento
        • Campos de experiência
  • Ensino Fundamental
    • Anos iniciais
    • Anos finais
      •  Unidades temáticas
      • Objetivos de conhecimentos
      • Habilidades
        • Áreas do conhecimento
        • Competências específicas da área
        • Componentes curriculares
        • Competências específicas de componentes
  • Ensino Médio (por definir)”

“Educação Infantil > Direitos de aprendizagem e desenvolvimento

Direitos de aprendizagem e desenvolvimento na Educação Infantil

Conviver – Ensinar a criança a aprender a conviver com o diferente, com as diversidades que a nossa sociedade apresenta. A convivência com outras crianças, ou mesmo com os adultos, em grupos pequenos e grandes. Utilizando as diversas linguagens físicas ou intelectuais. Desta forma, ampliando o conhecimento de si, válido e importante na compreensão do outro, estabelecendo uma relação de respeito as diversas culturas e as diferenças entre as pessoas.

Brincar – Diariamente, de diversas formas, em diferentes espaços e com diferentes parceiros, as próprias crianças ou os adultos. Conhecendo e ampliando o seu universo cultural, desenvolvendo seu conhecimento, estimulando a imaginação e a criatividade, proporcionada pelas relações, extraindo os aspectos concretos e emocionais, corporais, sensoriais, expressivos, cognitivos e sociais.

Participar – Ser um agente ativo na participação do planejamento da gestão escolar, bem como, das atividades propostas pelo professor no dia a dia em sala de aula, tais como escolher as brincadeiras, os materiais e o ambiente. Desenvolvendo as diferentes linguagens e construindo conhecimento, em fim, decidindo e se posicionando diante das circunstâncias.

Explorar – Movimentos, gestos, sons, formas, texturas, cores, palavras, emoções, transformações, relacionamentos, histórias, objetos, elementos da natureza, na escola ou fora dela, ampliando seus saberes sobre a cultura em suas diversas modalidades: artes, a escrita, a ciência e a tecnologia.

Expressar – Como sujeito participante do dialogo, criativo e sensível, suas necessidades, emoções, sentimentos, duvidas, hipóteses, descobertas, opiniões, questionamentos por meio de diferentes linguagens.

Conhecer-se  e construir sua identidade pessoal, social e cultural, constituindo uma imagem positiva de si e de seus grupos de pertencimento, nas diversas experiências de cuidados, interações, brincadeiras e linguagens vivenciadas na instituição escolar e em seu contexto familiar e comunitário”.

Referência:

Brasil, Ministério da Educação, Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão, Conselho Nacional de Educação.  Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Brasilia – DF. MEC. 2018.

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Coach Educacional: Planejamento de visita ao museu AFRO BRASILEIRO com Coach Giardino

Coach Giardino_ Planejamento de visita ao museuPor Coach Giardino

Como organizar uma visita ao museu? Proposta para Fundamental 1

Objetivos da aula de campo:

  1. Proporcionar uma visão ampla dos conteúdos e da própria história, que ultrapassa a barreira de um simples passeio ou mesmo um questionário proposto. Podendo fazer um link com a realidade do educando.
  2. Explorar o potencial educativo dos museus e as suas exposições para as diversas disciplinas que compõem o currículo: história, filosofia, artes, português, geografia e ciências.

Introdução

“Para Libâneo (1994), a educação pode ser compreendida no sentido amplo, o processo educacional decorre da convivência humana no meio social, com a participação de pessoas e instituições que integram a sociedade”. (apud, Belther 2014)

A identidade cultural brasileira passa pelas raízes africanas. Pensando nisso e centrados na pesquisa em Salvador, de um local que preserve a memória dos negros africanos escravizados, escolhemos o MAFRO.

O museu Afro-Brasileiro da Universidade Federal da Bahia, localizado no largo do terreiro de Jesus, no centro histórico de Salvador é o local ideal para trabalhar as raízes e a nossa identidade cultural.

Desenvolvimento

Roteiro pedagógico em três passos: antes da visita, a visita e depois da visita.

Passos antes da visita: planejar junto com a equipe pedagógica da escola: qual a unidade do trimestre e a data para efetuar a visita; consultar a exposição disponível; realizar o agendamento; solicitar autorização da família. Trabalhar com a turma a visita ao museu (verificar quem já participou de uma exposição, explicar a existência, a finalidade e o pará quê  ir ao museu). Explanar para a turma os conceitos de identidade, aspectos inseridos na nossa cultura das raízes africanas e os motivos que envolveram o tráfico de negros para o Brasil e as consequências em nossas vidas no cotidiano.

Passos da visita: Ainda na escola, fazer a chamada dos presentes, relembrar as regras da nossa visita e as do museu; no trajeto chamar atenção sobre aspectos da nossa cidade. No museu, dividir a turma em grupos menores, por professor. Estes grupos deverão permanecer unidos em todo o momento; fazer da visita prazerosa e divertida, bem como estimular o olhar curioso e crítico.

Passos depois da visita: relembrar com a turma as histórias, as impressões e, sobretudo, verificar o que a turma conseguiu reter de conhecimento. Passar algumas fotografias das obras visitadas e conversar sobre a opinião individualizada. Para finalizar, propor ao educando, em caráter individual fazer um desenho de uma obra que o chamou mais atenção, ao lado do desenho, produzir um pequeno texto explicando o significado do desenho e relacionando-o com a própria realidade.

Conclusão

Como fiz visitas a vários museus, me deleitei ao preparar o roteiro. Primeiro, pela importância da aula de campo e depois pelas crianças. Elas sorriem se espantam, se divertem e aprendem. A aula fora da sala é um momento de novidade, que estimula várias emoções e proporciona o conhecimento.

Referências Bibliográficas

Ibram – portal do instituto brasileiro de museus – http://www.museus.gov.br/os-museus/ . Acesso em 30 de setembro 2018.

MAFRO – Museu afro brasileiro UFBA http://www.mafro.ceao.ufba.br . Acesso em 30 de setembro 2018.

Belther, Josilda Maria, organizadora. São Paulo. Didática I – Ed Pearson 2015 Pág 5

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