Tenha um plano: Plano de aula com Coach Giardino

Coach Educacional com Coach GiardinoTer um plano é saudável, não tê-lo pode ser saudável também. Em se tratando de educação, é imprescindível ter um plano.

Em qualquer ambiente  profissional, é possível encontrar pessoas amadoras, no entanto com uma atitudes profissional, e ao mesmo tempo profissionais com atitudes amadoras.

Amador é a pessoa que pratica algo, sem nenhum tipo remuneração, faz porque gosta ou por paixão.

Quem  quer ser professor sem ser remunerado? Quem faz investimento em uma faculdade e não deseja retorno? Acredito que poucas pessoas…

Profissional é pessoa preparada formalmente e que desenvolve o seu trabalho, remunerado, com afinco, zelo, pesquisa e sobretudo com amor.

Existe uma diferença entre não saber fazer e desejar aprender, uma postura assertiva com o prática, e por outro lado,  saber fazer  e fazer de qualquer forma, um desleixo com a própria carreira.

Fácil encontrar em um PLANO de AULA as características de zelo, preparo, pesquisa e amor.

Um plano de aula é um instrumento de trabalho do professor, nele o docente especifica o que será realizado dentro da sala, buscando com isso aprimorar a sua prática pedagógica bem como melhorar o aprendizado dos alunos. Brasil Escola

O planejamento significa antever, prever os caminhos a percorrer. É preciso superar a ideia de que o plano de aula é um peso ou mesmo uma carga burocrática, considerado por alguns, como um tarefa simplesmente operacional do processo do ensino aprendizado. E entender que o plano de aula é um processo humano, que humaniza e prepara a prática para atingir objetivos claros.

Modelo plano de aula:

Plano de aula com Coach Giardino

Elementos presente em um plano de aula:

Conteúdo: É o conjunto  de conhecimentos a serem transmitidos para garantir o desenvolvimento, a autonomia e o preparo do estudante. A BNCC – Base Nacional Comum Curricular, estabelece quais os temas são obrigatórios a cada ciclo que a turma pertence.

Objetivo: Pensados no aluno.  O que se propõe ao finalizar a aula, que o aluno seja capaz ou esteja apto. Exemplos: classificar, seriar, relacionar, analisar, reunir, sintetizar, representar, argumentar, provar, conceituar, julgar, induzir, deduzir, inferir e outros.

Estratégias: Ser coerente com a proposta da disciplina; deve considerar as experiências anteriores; distribuir em etapas graduais; e sobretudo utilizar a interdisciplinaridade. (Martins 2012)

Avaliação: apurar aproveitamento, constatar resultados, balancear resultados. Ver a avaliação como um processo de atribuição de nota, é uma visão limitada do que a avaliação pode oferecer ao próprio processo educativo.

Modelo: erros em um  plano de aula

Erros no Plano de aula com Coach Giardino

Ao elaborar um plano de aula, se faz imprescindível fazer as seguintes perguntas:

POR QUE ESSE CONTEÚDO FOI ESCOLHIDO?

POR QUE ISSO É IMPORTANTE?

QUAL O MEU OBJETIVO PARA OS ALUNOS?

COMO O TEMA SE ENCAIXA NO CURRÍCULO GERAL?

O QUE OS ESTUDANTES JÁ SABEM SOBRE ISSO?

COMO EU POSSO DESPERTAR O INTERESSE DOS ALUNOS?

COMO EU POSSO APRESENTAR ESSE MATERIAL?

O QUE OS ALUNOS FARÃO DURANTE AS AULAS?

EXISTE UM FORMATO DIFERENTE NO QUAL EU POSSA APRESENTAR ESSA LIÇÃO?

COMO EU POSSO ATENDER AS NECESSIDADES DE CADA ALUNO?

COMO EU POSSO LIGAR O CONTEÚDO E A ROTINA DOS ALUNOS?

EXISTE ALGUMA TECNOLOGIA CAPAZ DE MELHORAR ESSA TAREFA?

Procure um Coach Educacional e turbine a sua prática. 

Fonte: 

Martins, P.L. O. Didática. Curitiba: Intersaberes, 2012

Feliz domingo!

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A prática da educação com Coach Giardino

Coach Educacional Coach GiardinoA prática da educação deve ser repensada cotidianamente. Ao entrar em sala, o educador deve executar o planejamento, pensando:  o que fazer, para que os alunos compreendam, critiquem e pensem sobre o conteúdo? Como intermediar o aluno e o objeto de aprendizado? E mensurar se os objetivos propostos foram alcançados. Por outra perspectiva, ao sair da sala de aula, o educador deve refletir:  se a prática e a intermediação gerou crescimento pessoal e profissional? o que pode ser melhorado nas próximas aulas? se está gerando a capacidade de construir conhecimento em conjunto?

Segundo Paulo Freire (2013) é importante que o educador abandone a ideia da educação tradicional, em que o educando é apenas um depósito de conhecimento, sem o direito de questionar ou de expor suas opiniões sobre determinados assuntos.  O educador Paulo Freire denomina este modelo de ensino de educação “bancária”, a qual é instrumento ideológico de opressão, uma vez que o educador seria o possuidor do “saber”.

O educador é o responsável pela prática e deve ter a formação adequada e continua, deve criar a recriar a sua própria práxis. Pensando assim, se torna possível abandonar o modelo aprendido da educação tradicional.

O papel do coordenador pedagógico é proporcionar um ambiente de reflexão sobre a prática do professor. Estimular o desenvolvimento e o crescimento profissional da equipe de trabalho. Gerando um ambiente onde todos desenvolvam seus potenciais. centrado no Projeto Politico Pedagógico da instituição.

Repensar a prática cotidianamente é um exercício de fazer e desfazer a própria práxis. Gerando uma formação continuada e sistemática para  beneficiar o desenvolvimento do projeto.

Como gerar o conhecimento? como aprendemos? como assimilamos? como transmitimos? como acontece o processo de conhecer?

São perguntas que o educador deve a todo momento estar utilizando. Por um viés, entender que a sala de aula é um universo amplo e de várias possibilidades. E por outro, compreender que os nosso alunos estão inseridos em um mundo globalizado, de informação e experiências que circulam de uma forma rápida.

Assim, a prática da educação deve ser pensada e repensada diariamente. Para que seja transformadora, que oportunize o crescimento e desenvolvimento profissional do educador e por outro lado, rompa com a alienação do modelo tradicional, desconstrua os paradigmas e que os alunos sejam capazes de analisar, criticar e transformar a própria realidade de mundo.

Esperamos professores que em suas práticas sejam motivadores, mediadores e que saibam respeitar a curiosidade do educando, suas inquietações e criatividade. Estímulos a liberdade.

Fonte: 

FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa.46 ed. Rio de Janeiro: paz e terra, 2013

Feliz domingo!

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