Biodescodificação ou Bioneuroemoção com Coach Giardino

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Biodescodificação ou Bioneuroemoção

A bioneuroemocion ®: Um método que infere sobre o de bem estar emocional

Os teus pensamentos, crenças e emoções influenciam diretamente em tua qualidade de vida. A bioneuroemoção é uma maneira de compreender os problemas a partir da relação inseparável entre corpo, mente e emoções. É um método com bases científicas, filosóficas e humanistas que estuda as emoções e suas relações com as crenças, a percepção o corpo e as relações interpessoais.

O elemento principal de trabalho é a mudança de percepção e a compreensão da informação transmitida pela cultura e pela família, com o objetivo de conquistar um maior bem estar emocional.

As emoções afetam a nossa fisiologia é algo que já vem de longe. Carl Jung já tinha algumas reflexões de grande clarividência: “A doença é o esforço que faz a natureza para curar o homem”, ou esta outra ” A visão só chegara’ quando cada um olhar dentro do seu coração. “O que olha fora de si, sonha, o que olha dentro de si desperta”, ainda outra para refletir e que dizia: “Antes prefiro ser um homem completo a ser uma boa pessoa”.

Fazendo um salto no tempo teríamos que falar de Hamer e falar de Hamer é polêmico. Mas ha que reconhecer-lhe a sua visão e o seu trabalho em descobrir os mapas cerebrais e encontrar neles a relação biológica, quer dizer, quando se ativam emoções devido aos conflitos que todos temos, tanto biológicos como emocionais. Hamer deixou-nos uma metodologia para aceder ao inconsciente e provocar nele as mudanças necessárias para a cura. Há também uma serie de outros investigadores como Claude Sabbat, Marc Frechet, Anne Schutzenberg, Francoise Dolto, entre muitos outros que contribuíram para isso, buscando as causas emocionais que há’ detrás de cada doença e, mais tarde com o discípulo de Hamer, o Dr Vicens Herrera, desenvolve uma técnica, no ano de 2000, que se chamou de cura emocional.

O nosso cérebro veicula as emoções, gracas ao cérebro emocional, é como um cérebro dentro de outro cérebro.  Ele conta com uma arquitetura distinta, com uma organização celular diferente, e inclusive com propriedades bioquímicas distintas do resto do neocortex. Este cérebro emocional funciona independentemente do neocortex.

O cérebro emocional controla tudo o que rege o bem estar psicológico e uma grande parte da fisiologia do corpo. As desordens emocionais são consequência de disfunções deste cérebro. Estas disfunções teem origem  em experiencias dolorosas vividas no passado e sem relação com o presente, mas que ficam impressas no cérebro emocional. Estas experiencias costumam controlar as nossas percepções, as vezes varias décadas depois.

A tarefa principal da biodescodificação é reprogramar o cérebro emocional de modo a adaptar-se ao presente em vez de continuar a reagir a situações do passado.

biodescodificação ou bioneuroemoção pretende ensinar e acompanhar o cliente a esta zona escura, a esta área de dor ancorada no inconsciente, e substituir a emoção que causa o mal estar.

A biodescodificação ensina-nos a buscar e a encontrar dentro de nós e nos outros a coerência emocional, ensinando-nos, tal como Jesus nos ensinou:

“Não é o que entra pela boca que contamina o homem, mais o que sai da boca, isto sim, contamina o homem” Mateus 15:11

Despertar esta Inteligencia Emocional e ser conscientes do poder que temos de auto-cura. A biodescodificacao é um caminho de consciência.

Extraído do Tratado de Biodescodificacion de Enric Corbera e adaptado por Coach Giardino

COLUNA VERTEBRAL E A RELAÇÃO COM AS EMOÇÕES

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Verdades do corpo

A Psicossomática  Biodescodificação vê o Corpo como o expoente máximo da comunicação Inconsciente. Através dele encontramos mensagens que se encontram ocultas a nós próprios, sendo essas fundamentais para a nossa VERDADEIRA sensação de bem-estar.

A coluna vertebral é repleta de todo o tipo de mensagens e, cada divisão anatómica, assinala um conflito emocional muito específico.

A coluna vertebral em si é o reflexo da forma como vivo os meus fundamentos / valores internos. Podemos olhar para a coluna vertebral como um pilar que nos mantém firmes. Os nossos fundamentos e valores (os nossos pilares) caso não sejam respeitados, entramos em conflito emocional e biológico, podendo afetar a coluna em determinados locais e com patologias específicas.

Assim, as patologias que afetam a coluna têm relação com: a minha vida, com o que penso, como o faço, como me relaciono e com a comunicação que tenho com os outros… São os FUNDAMENTOS BASE da nossa vida quotidiana.

A PALAVRA-CHAVE PARA TODO O SISTEMA OSTEOARTICULAR É DESVALORIZAÇÃO. NESTE CASO, EXISTE UMA DESVALORIZAÇÃO EM RELAÇÃO A VALORES CENTRAIS, ESTRUTURAIS, IMPORTANTES PARA MIM, NOS QUAIS NÃO ESTOU CONSEGUINDO RESPEITAR.

Ao nível da arquitetura anatômica, a coluna é a fundação de uma casa e a sua base, toda uma estrutura sólida que suporta tudo o resto, num eixo central onde tudo é sustentado e construído. É a referência na sensação de “movimento do fluir” do nosso dia-a-dia.

Na coluna encontramos cinco grande zonas simbolicamente distintas: CERVICALDORSALLOMBARSACRO e CÓCCIX. Em cada uma delas existem conflitos relacionados, mais precisamente em cada uma das 33 vértebras, variando em função da sua posição e dos órgãos nas quais se encontram relacionadas.

CERVICAIS

O pescoço é o prolongamento da cabeça e ajuda a aumentar o perímetro de recepção da informação que nos chega através dos 5 sentidos. Por outro lado, leva a informação da cabeça para a parte inferior do corpo. É um local de CONEXÃO entre cabeça-corpo, um lugar onde passam muitos condutos: os nervos, veias, artérias, traqueia, laringe, esófago, onde flui sangue, alimentos e informação. É a conexão entre o que ocorre na minha na cabeça e o com o meu corpo, ou entre o que ocorre no meu corpo e chega á cabeça. Assim, todas as patologias cervicais implicam um desacordo entre o que penso e o que faço. Há uma divergência entre os meus pensamentos e as minhas ações, levando a uma dor moral que se pode traduzir numa dor física na zona cervical. “Será que digo / faço o que eu penso?”

A palavra-chave das vértebras cervicais é a COMUNICAÇÃO.

Nas cervicais também se encontram a nossa VOZ, isto é: o que dizemoso que não dizemos, os segredos, a expressão do que somos em coerência com o que comunicamos, em conjugação com a cabeça, emoções e palavras. Por exemplo, um torcicolo é um sintoma que fala por si mesmo. Qual é a utilidade de um torcicolo? Impede o movimento lateral da cabeça, justamente afetando os músculos que nos permitem dizer “NÃO”. Momentos antes de um torcicolo, normalmente no dia anterior, relembrar qual foi o momento em que querias dizer “não” mas disseste “sim”. Vais encontrar uma resposta. Em torcicolos, por norma, podem encontrar-se pessoas que dizem “sim” quando querem dizer “não”, não existindo coerência entre o que pensam, sentem e falam /fazem.

DORSAIS

Em torno da parte central da coluna vertebral encontramos os órgãos básicos para a sobrevivência: coração, pulmões, fígado, estômago. Os conflitos emocionais que mais afetam esta zona e vértebras estão relacionados com pessoas que se sentem como sendo os PILARES DA FAMÍLIA, pessoas que são elementos centrais dentro do clã familiar, que se responsabilizam por carregar ou solucionar os problemas de todos. Com os “pilares da família” todo o mundo pode contar com eles e, ocupar esse lugar, implica transportar uma carga muito pesada. Sentem que trazem consigo o peso dos demais e necessitam de ser os mais fortes para suportar todos.

Para ilustrar este conceito de pilar de família, nada melhor que expor um caso de uma mulher que trabalha como enfermeira em um hospital. Pela primeira vez na vida, entra em baixa médica porque desde há dois meses que não se consegue levantar. Os médicos diagnosticaram uma Espondilite Anquilosante, (patologia que leva à fusão das vértebras) sendo neste caso dorsais, provocando uma rigidez e impedindo movimentos livres. O que acontece é que ela trabalha para todo o mundo. Ela é o “Pilar” central de qualquer coisa, desde ao nível familiar, profissional e social, e nunca diz “não” quando alguém lhe pede algo, dizendo automaticamente “sim”, transportando consigo todos os temas “pesados” da família. A senhora cuidava dos seus irmãos quando estavam doentes, ajudava-os economicamente, judicialmente, nos quais se encarregava de ajudar quase todos eles. Com isso, consciencializou-se que precisa de uma coluna muito forte para suportar isso tudo. Podemo-nos perguntar: “porque esta mulher ocupa este papel na família?” Indo pela sua história pessoal, no momento do seu Projecto Sentido Gestacional descobriu-se que os seus pais queriam um rapaz em vez de uma menina e que ela teve que assumir inconscientemente, desde sempre, um papel masculino e forte, onde tinha que suportar tudo e todos, num misto de serviço com sacrifício (ver também o caso ELEFANTE DE CARGA).

[…]

LOMBARES

Esta parte baixa da coluna partilha um espaço com os órgãos sexuais, parte do sistema digestivo inferior, os rins e bexiga, e representa a base de apoio da nossa estruturao que nos mantém erguidos ou nos faz subjugar. De uma forma geral, as lombares estão relacionadas com o tema da “relação com o outro”, que é a frase-chave desta região vertebral.

A tônica emocional que compõe esta zona encontra-se sobretudo ligada com as RELAÇÕES e a SEXUALIDADE. Em muitas mulheres, encontram-se lombalgias frequentes por sentirem um sentimento de culpa de fazerem “algo” que não deviam, depois de terem relações sexuais com os seus companheiros ou maridos. Por vezes, nas suas relações vivem uma relação de submissão feminina (“o dever da mulher é agradar o homem”), causando um desrespeito com um valor central na sua vida, em relação a si mesma ou na forma como vive o seu casamento. No caso de homens, pode existir uma relação de subjugação às suas namoradas ou esposas, no sentido de ter que acatar exigências emocionais excessivas.

SACRO

Tal como o nome que define esta zona, “sacro”, encontra-se relacionada com valores SAGRADOS que regem a nossa vida e se encontram desrespeitados ou desvalorizados, sendo estes: religiosos, políticos, humanos, familiares, de relação, etc.

CÓCCIX

Esta é a zona afetada quando nos sentamos numa cadeira ou num lugar qualquer. Quando há conflitos com o cóccix, pode remeter a problemas de identidade ao nível estrutural, com o lugar onde ocupo na minha família,como se existisse a sensação de “não tenho lugar na minha família”, “que me sinto excluído / aparte da minha família”, levando a questões como “Onde me sento na mesa da minha família?”, O que sou para eles?”

Sempre que em Psicossomática CH nos referimos aos ossos e músculos, baseamos no terreno emocional dos conflitos de DESVALORIZAÇÂO com uma sensação de: sinto-me rebaixado(a), inferiorizado(a), desrespeitado(a), menosprezado(a), incompetente, incapaz de…, etc, onde existe um conflito entre os meus VALORES / FUNDAMENTOS e os RESUTADOS das minhas acções. Assim, em qualquer temática osteoarticular, a solução passa por VALORIZAR-ME A MIM MESMO, ATENDENDO AOS MEUS FUNDAMENTOS. É vital criar um sistema de valores nos quais me sinto bem, vivê-los em coerência com a minha vida, destacando-os em relação aos outros e no lugar do mundo onde ocupo.

Em todas as patologias da coluna, existe um biochoque que gera uma emoção que não se expressa e logo aparece o sintoma, neste caso sintomas osteoarticulares. Ao longo do tempo vai aumentando a tensão emocional, levando ao chamado “efeito jarro psicossomático”, que consiste em acumular pequenas coisas de pequena importância que se vão repetindo ao longo do tempo, sobrecarregando o tecido muscular, articulatório, com desgaste do mineral ósseo. Ao fim de algum tempo, aparece o sintoma vertebral através de situação na vida aparentemente insignificante (um conflito com alguém, uma mudança de trabalho, um projeto novo, etc…), sendo essa a gota que faz transbordar o jarro psicossomático. Na maioria das vezes, baseia-se num conflito de baixa intensidade que se repete durante muito tempo.

Fontes original: biodiana.com
Traduzido por: Marco Sousa
Texto adaptado por: Coach Giardino
Informação bibliográfica:
Sellam, Dr.º Salomon, Los huesos – generalidades (vol. 7), Bérangel Editorial, 2011
Sellam, Dr.º Salomon, Los huesos – La espalda (vol. 8), Bérangel Editorial, 2011

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Coach Giardino

Apaixonado por pessoas, Coach desafiador, autor do livro “Reflexões, Sinta-se Melhor!”  , Amo refletir sobre a vida. Nas demais horas cuido de uma menina maravilhosa de 16 anos, faço comida, ofereço treinamentos online e escrevo no blog Coach Giardino

Crenças Limitadoras | Coach Giardino

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Definição de crença

Crença
substantivo feminino1.
  1. estado, processo mental ou atitude de quem acredita em pessoa ou coisa.
  2. fé, em termos religiosos.

Em seu livro Creencias Limitantes, Wolfgang Hoffmann (pág 92, 2013) afirma que as crenças são um conjunto de ideias, que consideramos “verdadeiras” e não necessariamente possuem um origem racional. Expressam uma visão positiva ou negativa acerca da realidade global ou parcial, externa ou subjetiva do ser.

Exemplo:

“Eu gostaria de escrever um livro, mais não posso porque não tenho tempo suficiente para isso”

“Eu gostaria de fazer exercícios, mais não consigo porque não tenho companhia”

“Eu tenho consciência que meu valor pessoal é alto”

“Eu sempre consigo o que desejo”

“De acordo com Morin  Morin (1991, 1994, 2002a), a complexidade do mundo real – dos objetos e fenômenos da natureza – só pode ser compreendida a partir de uma perspectiva multidimensional (em lugar de unidimensional e fragmentada) e que tenha em vista as incertezas e incompletudes de todo o conhecimento. Nesse sentido, a perspectiva de complexidade considera, na compreensão do mundo real, a ordem, a certeza e a regularidade tanto quanto a desordem, a incerteza, as não-regularidades. Busca conhecer as partes sem desvinculá-las da existência de um todo e vice-versa, levando em conta, assim, as grandes quantidades de interações e unidades existentes na realidade, de forma que as determinações e previsões dão lugar às não-determinações, às possibilidades e aos fenômenos aleatórios”

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Pensamentos positivos não são o suficiente

Pensar positivo é ser assertivo. Ajuda, no entanto, pensar positivamente é muito importante desde que você tenha atitudes no mesmo sentido. Muitas pessoas entendem o pensar positivo como apenas fazer afirmações otimistas. Não é bem assim que funciona. Tem uma relação direta com os pensamentos. Quando o estado emocional é positivo, isso é uma consequência de pensamentos positivos que dominam o seu sistema. Todavia, o contrário ocorre, estados emocionais negativos, são carregados de pensamentos negativos. Desse modo, não adianta apenas procurar ter pensamentos positivos para modificar um estada emocional negativo. Se faz necessário,  investigar o sistema de crenças que fundamentam os pensamentos.

O certo é, que a crença dá origem aos pensamentos e que os pensamentos estabelecem o nosso estado emocional:

“Nossas crenças se transformam em pensamentos, os pensamentos em palavras, as palavras se tornam ações e estas ações repetidas se tornam hábitos. E estes hábitos formam nossos valores e nossos valores determinam nosso destino”  Mahatma Gandhi

Como são as crenças?

Quais são os fundamentos da formação das crenças?

Quem é o responsável por suas formações?

Quantas crenças temos?

formação das crenças, depende de você. No entanto, você sofre influências e impactos do “mundo externo”.

À partir de sua análise e percepção a respeito do mundo externo, você forma seu entendimento sobre a realidade, ou seu conjunto de crenças.

De forma geral, as crenças são o conjunto de conclusões que temos a respeito de tudo que existe e o que não existe, ou seja, são as coisas nas quais acreditamos em todos os aspectos da vida.

Em Coaching, costumamos chamar isso de “criação do seu mundo interno” e em Programação Neurolinguística, chamamos de “representação interna de mundo”. Seria como viver seu próprio mundo (pessoal), interagindo com outros mundos (pessoas do mundo externo). Pode parecer meio louco, mas é assim que vivemos.

Cada pessoa, vive seu próprio mundo, suas próprias experiências, vivências, pensamentos, através de seus sentidos:

  • vendo;
  • ouvindo;
  • sentindo;
  • tocando;
  • percebendo a realidade vivida;
  • pensando;
  • concluindo.

Através destes, formamos a decodificação do que é o mundo, criando assim, as respectivas crenças. ou representações do mundo ,segundo a percepção obtida.

Na composição desse cenário interno, cada pessoa tem sua própria peculiaridade:

  • Sua visão individual/pessoal;
  • Sua opinião, ou a que está em formação;
  • Seus próprios gostos;
  • Suas preferências;
  • Sua missão, visão, valores e princípios pessoais;
  • Sua autoestima;
  • Ideia sobre os outros.

Enfim, a sua visão de mundo é exatamente o seu mundo pessoal. A esse a mundo interno, chamamos de cosmovisão.

formação das crenças pode ser automática, muitas vezes como um estalo (sem percebermos); ou lenta e consistente, reforçada por várias outras situações e experiências.

As crenças se formam algumas vezes, de maneira consciente; mas em sua grande maioria, elas se formam inconscientemente, sem o crivo, ou confirmação cognitivo-consciente.

As crenças contribuem demais para o estado e realização das pessoas. Elas tornam possíveis (ou não) o sucesso em suas vidas.

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Como as crenças se formam?

Objetivamente, as crenças são frequentemente construídas em relação a informações, como princípios, fundamentos, julgamentos, feedback´s e reforços de pessoas significativas a nós.

As crenças são formadas quando essas informações são apresentados a nós, a respeito de nossas identidades e missões.

As crenças se formam à partir das conexões neurais. Através das percepções sensoriais, absorvidas pelos sentidos, construímos pensamentos para entender sobre os diversos assuntos vivenciados no dia a dia.

 

Quando o ser humano ouve, vê, sente, observa e percebe os acontecimentos, ele cria as conclusões sobre esses detalhes.

O pensar humano é um processo essencial para o desenvolvimento da individualidade.

Quanto mais atuamos e percebemos a vida, mais desenvolvemos nossa capacidade de pensar, sentir e formar conclusões, convicções, conceitos (crenças), por exemplo:

Você encontra um amigo que lhe dá um abraço.

Através da percepção sensorial, posso dizer:

“Encontrei um amigo que me deu um abraço caloroso e apertado. – Com isso, formou-se a crença: “ele gosta de mim”.

Caloroso e apertado são concepções desenvolvidas a partir do meu pensamento, vinculado à percepção sensorial do evento (o encontro e o abraço). Isso me leva a uma percepção mais sutil e profunda.

Então, através das minhas vivências e experiências eu crio minhas próprias concepções individuais, do que percebi sensorialmente, através do pensar.

Quando As Crenças Se Formam?

Como descrito acima, nossas crenças se formam na infância e pré-adolescência.

A maior parte das principais crenças, se formam até os 7 anos; e um pouco menos, até 12 anos. Porém, elas continuam se formando, ou se consolidando ou ainda, sendo reforçadas.

Quando nos deparamos com situações que desafiam nossas crenças , temos dificuldade de acreditar porque  temos um padrão mental já preestabelecido. Então repensamos o assunto e colocamos nossa crença em julgamento ou o acontecimento em xeque (tentando racionalizar o que está correto) e assim concluir uma nova crença ou reforçar a existente.

Um exemplo disso é quando nos limitamos a trabalhar sempre numa mesma área, numa mesma empresa, então o comodismo gera uma zona de conforto. Só que essa zona de conforto, é fortalecida pelo medo de enfrentar situações desconhecidas.

Boa notícia sobre a formação das crenças

O princípio que fundamenta as crenças que impedem nosso alcance, é a autoimagem ou o grau de nossa autoestima.

A primeira boa notícia, é que mesmo que você tenha crenças negativas, que estão impedindo você de expandir o seu ser, suas ações e resultados no desenvolvimento pessoal, você pode substituir por crenças positivas ou expansionistas.

Todos nós possuímos recursos para impulsionar os resultados em nossas vidas. No entanto, para acessar esses recursos, é necessário substituir as negativas, pelas positivas.

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Fonte: Stofel Coach, Douglas Teixeira, Cristina Longhi

Referência: O pensador

 

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