Uma em cada cinco mulheres, em Salvador, já foi agredida – Diga não a violência

Todos os dias, são dias de refletir as ações típicas “masculina” sobre às mulheres. Contingente maioritário, tratado como minoria social, por uma infectada lastra de descuidos e desrespeito com a mulher que perdura por muito séculos.

Acabou, terminou, finalizou. Nem guerra e nem polêmica. Vamos ensinar a nossos filhos a responsabilidade do respeito as pessoas, principalmente a mulher.

Bisavó, avó, mãe, irmã, tia, sobrinha, sogra, nora, namorada, noiva, esposa, filha, cunhada, amiga, vizinha, colega e sobretudo qualquer outra mulher.

O Dia Internacional para a não-Violência Contra as Mulheres é comemorado anualmente em 25 de novembro.

A data tem o objetivo de alertar a sociedade sobre os casos de violência e maus tratos contra as mulheres. A violência física, psicológica e o assédio sexual são alguns exemplos desses maus tratos.

De acordo com as estatísticas, uma em cada cinco mulheres sofre de violência doméstica. A violência contra a mulher é uma questão social e de saúde pública, não distingue cor, classe econômica ou social, está presente em todo o mundo.

Origem da data

A Organização das Nações Unidas (ONU), desde 1999, reconhece o dia 25 de novembro como o Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres.

A data surgiu em decorrência do Dia Latino-americano de Não Violência Contra a Mulher, que foi criada em homenagem às irmãs Pátria, Maria Tereza e Minerva Maribal, que foram violentamente torturadas e assassinadas nesta mesma data, em 1960, a mando do ditador da República Dominicana Rafael Trujillo.

As irmãs eram conhecidas por “Las Mariposas” e lutavam por soluções para os diversos problemas sociais de seu país, a República Dominicana.

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PROMESSAS APRISIONADORAS

Por Luiz Mateus Pacheco,

❥ Quando o amor se transforma em cativeiro

A sedução perversa é narcísica: trata-se de projetar no outro o objeto de fascinação, o ideal de si, para depois despojá-lo, destruí-lo e assimilá-lo. Para tal, é preciso engendrar um cenário onde a felicidade prometida não exista sem o abusador: ele torna-se necessário e, portanto, estabelece-se uma relação de dependência.

Uma das mais poderosas estratégias de conquista perversa é a elaboração de promessas aprisionadoras. Através de uma leitura muito hábil de sua vítima, o manipulador desenha a esperança de uma felicidade incomparável e a leva a crer ser capaz de realizar seus maiores desejos. Conforme sonham juntos, toma possa desses pequenos tesouros da alma de sua vítima.

Trata-se de uma verdadeira fraude de amor.

Como a isca de uma nefasta armadilha, lança promessas vazias que são oferecidas toda vez que se torna preciso colocar a vítima de volta sobre seu domínio. Se existe um rompimento, deixa acreditar que tudo vai ser diferente se houver uma volta. A faz acreditar que o amor poderá mudar tudo, que será tudo diferente e melhor. A sensação é de que sempre existe algo a se recuperar. O afastamento ativa a impressão de perder o próprio Eu. Por isso, fica impossibilitada de escapar.

Para que a promessa perversa tenha êxito, entretanto, é necessário que ela jamais se realize por completo. Por isso, uma vez que o controle tenha sido reassumido, ela deixa de existir para dar lugar a um pesadelo. É como se escapasse dos lábios sem jamais ser possível prová-la completamente.

Descobrir que essa promessa é uma mentira e que ela raramente existiu para além do imaginário é libertador.

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