Frases liberdade ou prisão. Cada qual com a sua!

A criança é amoral, na sua ingenuidade do desconhecido, aprende uma moralidade que a aprisiona, quem sabe a uma suposta imoralidade. Imposta pelo adulto. Que passa de geração em geração. Perpetuando uma inadequação.

Passamos dias e dias, com nossos pais, familiares, amigos e vizinhos. Interagimos na escola com colegas e professores. Envolvido e embriagado pelo novo.

Estimulado e sendo motivado a descobrir aquilo que parece desconhecido. Somos integrados a uma sociedade que acredita ser igualitária, ao menos tenta, no entanto não gosta do diferente. Repele o novo e tem medo das mudanças por comodidade.

Perseguidos pela frustração de não conquistar o planejado e ter resultados medíocres e acreditar que a culpa é do maligno.

Educando filhos com frases, assim:

“Você não vai ser ninguém se não estudar”

Quantas alternativas são possíveis? Apenas estudar. Limitante! E os que não estudam deixam de ser pessoas?

“Você é burro, por fazer lento e não tão rápido.”

Quantas alternativas? Apenas ser rápido para não ser burro. Se burro é um animal? Como conseguir em uma metáfora, matar uma pessoa com a terrível burrice, que acreditar que ela pode ser realmente capaz de fazer no tempo dela.

Onde quero chegar?

Se você acreditar na frase, ela será a sua verdade. A vida tem varias alternativas e não apenas uma como foi sugerida na frase. A vida tem a quantidade de alternativas que você for capaz de oferecer a ela.

La Real Academia Española “ERA”, define a La creeencia como “El firme asentimento y conformidad com algo”.

Isso significa uma ideia, opinião ou mesmo sentimento, ao qual tem um valor de verdade. É acreditar sem duvida, ter a certeza absoluta.

Preste atenção as suas frases.

Estão cheias de:

“Devo” fazer isso…aquilo…”tenho” que… “Nunca” você me olha, faz ou deixa de fazer…

E muitas outras…

Regras para trabalhar com as crenças limitadoras:

Questionar – Quando se observa as varias possibilidades, aquilo que é regra cai por terra. Uma falsa crença, não subsiste a um questionamento.

Consciência – Ao colocar luz a origem, se pode perceber como uma frase de outra pessoa, assim é muito mais fácil abandonar.

O trabalho desenvolvido pelo profissional Coach é utilizar de ferramentas de mudanças, perguntas poderosas que atuam de forma imediata no desbloqueio.

Coach Giardino experiente em comportamento humano, trabalha atualmente com muitas crianças, adolescentes e adultos. Com a proposta de construir pessoas consciente das suas responsabilidades pessoal, sobre  liberdade ou prisão. Filtrando cada frase ouvida e questionando se é verdade ou não.

A decisão é pessoal.

Coach Giardino

Master Coach Internacional

Regular as Emoções com a Meditação

“A meditação, descrita como uma prática de auto-regulação do corpo e da mente, caracteriza-se por um conjunto de técnicas que treinam a focalização da atenção. Também conhecida como treinamento mental, essa prática constitui uma técnica capaz de produzir efeitos psicossomáticos.” Carolina Baptista MenezesI; Débora Dalbosco Dell’AglioII

Independente de religião, a arte de dedicar um tempo para refletir, orar, meditar, pensar é milenar.

“Antes do amanhecer, na manhã seguinte, Jesus levantou-se e saiu para um lugar isolado para orar.” Marcos 1:34

Permitir-se este retiro, independente do tempo, traz ao ser humano alguns e outros benefícios.

“Preenchido com o poder do Espírito Santo”, quando ele voltou para a Galiléia (Lucas 4:14).

“subiu para as colinas para orar.” (Marcos 6:46)

Inúmeros estudos vêm mostrando a sua eficácia, que está especialmente relacionada à diminuição dos sintomas ligados ao estresse e à ansiedade. Além disso, as pesquisas revelam que essa prática pode produzir efeitos de curta e longa duração que podem afetar positivamente as funções cognitivas e afetivas. Carolina Baptista MenezesI; Débora Dalbosco Dell’AglioII

É bom salientar, que existem outros recurso capaz de alterar o cérebro. Pesquisa publicada na revista The Proceedings of National Academy of Sciences, mostrou que o hipocampo de pessoas com 60 anos aumentou em volume depois de andarem três vezes por semana, durante um ano, em uma pista comum. Em pessoas que, no mesmo período, fizeram menos exercícios aeróbicos, o volume do hipocampo chegou a diminuir. Meditação e atividade física andam juntas.

“Pode-se definir meditação como uma prática que engloba um conjunto de técnicas que buscam treinar a focalização da atenção (Shapiro, 1981). Por essa razão, pode ser chamada de processo auto-regulatório da atenção, em que através da prática é desenvolvido o controle dos processos atencionais (Davidson & Goleman, 1977; Goleman & Schwartz, 1976). Além disso, a meditação pode ser caracterizada como uma prática que atinge objetivos semelhantes a algumas técnicas da psicoterapia cognitiva, embora por meios distintos. Ambas levam à diminuição do pensamento repetitivo e à reorientação cognitiva, desenvolvendo habilidades para lidar com os pensamentos automáticos. A diferença, contudo, é que, na prática da meditação, os conteúdos que emergem à consciência não devem ser confrontados ou elaborados intencionalmente, apenas observados, de forma que a prática se transforme em um aprendizado de como não deixar influenciar-se pelos mesmos e compreendê-los como fluxos mentais (Bishop et al., 2004; Miller, Fletcher, & Kabat-Zinn, 1995; Vandenbergue & Sousa, 2006).” Carolina Baptista MenezesI; Débora Dalbosco Dell’AglioII

Tomar consciência das emoções negativas é observar, entender e compreender. Perceber os efeitos prejudiciais de passar boa parte do tempo na negatividade. Viver com os pés no chão. Saber que as adversidades existem, no entanto ter um foco assertivo para as vicissitudes da vida. Compreender que os pensamento andam, vai e vem em um formato para o qual a mente não foi preparada.

“A meditação é uma prática muito antiga, com origem nas tradições orientais, estando especialmente relacionada às filosofias do yoga e do budismo (Levine, 2000). Contudo, esse termo também é utilizado para designar algumas práticas cultivadas por certas religiões, como o cristianismo, o judaísmo, o islamismo, o taoísmo e o xamanismo, entre outras, através do deslocamento da consciência do mundo externo para o interno (Naranjo, 2005). Enquanto no Oriente meditar é sinônimo de busca espiritual, no Ocidente, em especial nas pesquisas científicas, a palavra meditação tem sido utilizada para descrever práticas auto-regulatórias do corpo e da mente. A investigação científica da meditação parte da premissa que, embora existam diversas técnicas, todas têm uma característica fundamental comum: o controle da atenção (Cahn & Polich, 2006; Goleman, 1988).” Carolina Baptista MenezesI; Débora Dalbosco Dell’AglioII

Mindfulness, ou meditação do insight

 “é descrito como uma prática de abertura, em que há uma percepção dos estímulos, como pensamentos, sentimentos e/ou sensações, embora a atenção específica mantida seja uma observação livre que não os julga nem analisa. Algumas técnicas orientais que se enquadram nesse tipo são a meditação zen, vipassana e a própria adaptação ocidental mindfulnessCarolina Baptista MenezesI; Débora Dalbosco Dell’AglioII

A Terapia Cognitiva baseada em Mindfulness (MBCT)

“é uma terapia psicológica concebida para ajudar na prevenção da recaída da depressão, especialmente em indivíduos com transtorno depressivo maior. A abordagem utiliza métodos de terapia cognitivo-comportamental tradicional (TCC) juntamente com habilidades de mindfulness (atenção plena), incluindo a prática formal de meditação. Estratégias cognitivas nesta abordagem incluem a educação ao participante ao mecanismos que mantêm as pessoas vulneráveis à depressão. O objetivo da abordagem é através da prática de Mindfulness convidar os participantes do programa a tornarem-se conscientes de todos os pensamentos e sentimentos que surgem na experiência humana e de aceitá-los como parte do fluxo de ser humano, aprendendo a ser menos reativo a eles, e responder de forma receptivas a estas experiências. O objetivo da MBCT é interromper os processos automáticos que envolvem julgamentos, questionamentos, dúvida e ruminação que mantêm as pessoas vulneráveis a novos episódios de depressão, e ensinar os participantes reduzirem sua reatividade à emoções e pensamentos difíceis que surgem, e como alternativa praticar uma observação aberta, livre do julgamento destas sensações ou experiências internas. Esta prática mindfulness permite que o participante para perceber quando processos automáticos estão ocorrendo e para alterar a sua reação a ser mais de uma reflexão. Wikipédia 

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